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SET
23
23 SET 2022
CULTURA
64 visualizações
Sessão + Bate-papo de Cinema Pontos MIS com "A viagem de Pedro"
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Ponto Mis com filme + bate-papo, gratuito, porém com vagas limitadas.

O Bate-papo de Cinema Pontos MIS realiza exibições de filmes seguidos de debates ao vivo no YouTube do Museu, buscando trazer membros da equipe dos filmes, pesquisadores da área, críticos de cinema, jornalistas e agentes cineclubistas para discutir sobre a obra e apresentar curiosidades da produção. 

Esta edição especial compõe a programação 16ª Primavera de Museus, ação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que, em 2022, traz o tema “Independências e museus: outros 200, outras histórias”, tendo em vista o bicentenário da independência. 

O filme exibido é “A viagem de Pedro”, nova produção dirigida pela cineasta Laís Bodanzky, que apresenta um retrato de desconstrução de uma das figuras históricas mais importantes do Brasil, Dom Pedro I. O filme será disponibilizado on-line, com vagas limitadas, para as cidades parceiras do Pontos MIS (Garça conta com 60 vagas), das 20h do dia 23/09 às 20h do dia 24/09 (inscrições por este formulário), e terá uma sessão no Auditório MIS no dia 24 de setembro às 16h, seguido de bate-papo mediado pelo cineasta Bruno Cucio com as presenças da cineasta Laís Bodanzky e dos atores Marcial Macome e Dirce Thomas

Sobre o filme 
A viagem de Pedro 

(dir. Lais Bodanzky, Brasil, 2022, 96 min, 14 anos)  
A bordo da nau inglesa Warspite em 1831, Dom Pedro I, o primeiro imperador do Brasil, está em viagem de retorno à Europa. Durante a travessia ele reflete sobre sua vida no Brasil desde a infância até sua saída na calada na noite. O filme se passa no Oceano Atlântico em uma nau onde se misturam membros da corte, oficiais, serviçais e escravizados. Pedro se vê doente e inseguro. Em busca de um lugar e uma pátria. Em busca de si mesmo. 

Sobre os convidados
Laís Bodanzky

Estreou na direção com o curta-metragem “Cartão vermelho”, premiado curta selecionado para o New York Film Festival de 1995. O reconhecimento no cinema se deu com a realização do longa “Bicho de sete cabeças” (2001), uma produção que conquistou diversos prêmios e apresentou para o mundo o ator Rodrigo Santoro. A world première aconteceu no Festival de Locarno e foi contemplado com o prêmio do júri jovem. “Como nossos pais”, seu quarto longa, teve a première no 67º Festival de Berlim (Panorama Special) de 2017 embalado por inflamados debates feministas e indicado ao prêmio Teddy, e recebeu excelentes críticas na mídia internacional especializada. Foi o filme mais premiado do Brasil naquele ano. Laís possui outros filmes aclamados no currículo, como “Chega de saudade” (2007) e “As melhores coisas do mundo” (2010), que estreou no Festival de Roma, além de documentários para cinema e televisão como “Cine mambembe, o cinema descobre o Brasil” e “Mulheres olímpicas” para o canal ESPN. É sócia do cineasta Luiz Bolognesi na produtora Buriti Filmes, assinando a produção de seus longas “Uma história de amor e fúria” (Prêmio Crystal de melhor animação – Annecy 2013), Ex-Pajé (prêmio especial do júri – Berlim/Panorama 2018) e do recente “A última floresta” (Panorama, Berlinale 2021). É também produtora do próximo filme de animação “Perlimps”, com direção de Alê Abreu, indicado ao Oscar por “O menino e o mundo”. Em março de 2021 encerrou sua gestão de dois anos como presidente da Spcine (empresa da prefeitura de São Paulo) responsável por todo o setor audiovisual da cidade que representa 25% do setor no Brasil. Em 2019, Laís foi convidada para ser membro da The Academy (Academy of Motion Picture Arts and Sciences), votando nos filmes do Oscar. Durante 15 anos coordenou os projetos sociais Tela Brasil de ensino e exibição de filmes nas periferias do Brasil, fomentando a indústria de cinema em seu país e levando mais de um milhão de pessoas às salas de cinema, a maioria indo pela primeira vez. Seu novo longa, “A viagem de Pedro” com Cauã Reymond como D. Pedro I (coprodução Brasil/Portugal), foi escrito e dirigido por Laís. O filme é o primeiro longa-metragem histórico da diretora.  

Marcial Macome  
Licenciado em Teatro, doutorando em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo-USP, possui duas publicações na área de dramaturgia, assim como experiência em atuação e direção. Participou de festivais em vários países como ator e diretor de espetáculos, tais como Drama Festival de Johanesburgo, Theater Festival em Zimbabwe, Amandla Festival Tanzânia, Helsinque Festival of Drama, Festival de Teatro de Rua do Belo Horizonte. Atuou em “A viagem de Pedro”, filme de Lais Bodanzky, no espetáculo “Black Brecht”, do coletivo Legitima Defesa, no qual foi também assistente de direção. Ademais, foi performer e integrante da exposição “Somos muitos: experimentos sobre coletividades”, na Pinacoteca de São Paulo, e foi diretor de videoaulas do manual de ensino de Português da Universidade da Flórida no âmbito de African Languages Initiative. Atualmente, é pesquisador do laboratório de dramaturgia do corpo da ECA-USP, palestrante, contador de histórias e oficineiro de escrita criativa para adolescentes e crianças. 

Dirce Thomaz 
Mestranda em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades, é atriz há mais de trinta anos, e sua trajetória é marcada pela participação em diversos projetos de teatro e cinema. Entre eles, Antunes Filho no espetáculo “Xica da Silva”, Maurício Abud: “Os negros de Jean Genet”, Lucélia Sérgio na peça “Engravidei Pari Cavalos”, Eduardo Silva: “Leituras sobre Luís Gama”. Responsável pela criação dos textos “Senhora da verdade absoluta ou vivendo as margens do inferno” releitura das obras “Quarto de despejo”, de Carolina Maria de Jesus, “Eu e ela: visita a Carolina Maria de Jesus”, “Os Lusíadas”, de Luís de Camões, “Pedações de mim”. É autora dos textos “Resquícios de memórias”, publicado na Revista Sampa Mundi, “A dita dura das ideias”, “Negras narrativas”, “O drama da Amélia” e “Os sinos dobram por elas”. 

Sobre o mediador
Bruno Cucio
 é graduado em Cinema pela Faap, mestrando no departamento de artes da Unesp e sócio da Travessia Filmes. Desde 2009 atua em projetos audiovisuais voltados à produção artística e à formação de público. Foi produtor executivo do longa-metragem “Para’í”, exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. Dirigiu os curtas-metragens “Um homem satisfeito” (2015), “Até onde” (2013) e “Será (?)” (2012), realizado em parceria com o grupo de teatro Caixa de Imagens. Coordenou o projeto socioeducacional Circuito Cultural, de 2010 até 2013, além de dar aulas de roteiro e direção em escolas e instituições de ensino como Pontos MUS, Sesc, Poiesis, IED – Instituto Europeu de Design, Colégio Bandeirantes, Escola Oswald de Andrade e Escola Carandá Viva Vida. Atualmente é professor e coordenador pedagógico do INC – Instituto de Cinema de São Paulo. Foi produtor e curador dos festivais de cinema XI Cinefest Gato Preto, contemplado pelo ProAC Ações de Fomento, em 2014; e Move Cine Arte, em 2012. 

 

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Fonte: SECOM - Secretaria de Comunicação e Eventos
Autor: Andreza Sega
Seta
Versão do Sistema: 3.2.6 - 05/09/2022
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