A Prefeitura de Garça, pautada por uma gestão estratégica e de longo prazo, consolidou uma etapa fundamental no projeto de revitalização do Lago Municipal. O que antes era um desafio de engenharia e preservação, hoje se torna um modelo de recuperação ambiental, demonstrando que a coragem administrativa é o alicerce para transformações estruturais de alto impacto.
As diretrizes biológicas que sustentam esta intervenção foram detalhadas em comunicado oficial pela bióloga da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SAMA), Erika Bicalho Buchignani. Em vídeo disponibilizado nas redes sociais da Prefeitura, a especialista esclarece a função vital da ilha multiuso, que transcende o valor estético para atuar como um núcleo de regeneração da fauna e flora:
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A ilha foi concebida sob o conceito de "fragmento da Mata Atlântica", abrigando espécies estrategicamente selecionadas para garantir a resiliência do ecossistema local.
Segurança Alimentar: O plantio do Jerivá assegura a oferta de frutos durante os períodos de estiagem, funcionando como um suporte vital para a avifauna.
Equilíbrio Botânico: A introdução do Palmito-juçara, da Taióba e do Guaimbé cria um microclima úmido e estável, essencial para o desenvolvimento de um habitat equilibrado.
Atração da Fauna: Com mudas provenientes do viveiro municipal, o espaço torna-se um corredor ecológico para espécies como o Sanhaçu, a Saíra e o Tucano-toco, oferecendo abrigo e alimentação segura.
Embora a estrutura esteja preparada para receber iluminação e elementos decorativos no futuro, sua prioridade máxima é a preservação. Esta iniciativa reforça o compromisso da administração pública com soluções baseadas na biodiversidade, garantindo que o progresso urbano ocorra em harmonia com a proteção ambiental.
A Prefeitura de Garça reafirma sua missão de zelar pelo patrimônio público, convidando a população a valorizar e proteger este novo marco da nossa cidade.









